quarta-feira, 16 de abril de 2014

As gafes que os brasileiros cometem ao falar inglês

Em 2010, numa loja de roupas nos Estados Unidos, um brasileiro se encantou com uma camisa florida e, extasiado, disse para a vendedora: “see me that shirt, please?”.

Acontece que o nosso “me vê aquela camisa, por favor?” não faz sentido nenhum em inglês. O nosso “ver” no sentido de “pegar” não funciona lá. “See” é só enxergar mesmo.

Parece piada, mas o fato, testemunhado por nossa equipe — não revelaremos nomes, ok? — é um dos muitos erros comuns que nós, brasileiros, cometemos ao falar o inglês.

Pensando em nossos vícios de linguagem, fizemos uma lista com algumas das falhas mais frequentes. Aprenda a evitá-las abaixo.

“Pull the car” e outras estranhíssimas traduções literais

Em geral, as expressões que usamos aqui não têm correspondência direta em inglês — nem em outro idioma.

Mesmo assim, costumamos traduzir gírias e locuções ao pé da letra. “Pulling the car” ou “puxando o carro”, para dizer que está indo embora, é um dentre muitos exemplos que deixam os gringos com interrogações sobre as cabeças. Nesse caso, o certo seria “I'm leaving", ou, se quiser usar a gíria, “I'm Outta Here”.

Lembra da famosa entrevista do técnico Joel Santana em inglês? “Play very good” (errado!) em vez de “play very well” (certo!) é uma das pisadas na bola comuns para nós, brasileiros:

Em geral, as expressões que usamos aqui não têm correspondência direta em inglês — nem em outro idioma.
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